um pouquinho de Brasil, iá iá

O espetáculo foi criado a partir da pesquisa de algumas manifestações culturais das regiões norte, nordeste, sul, sudeste e centro-oeste. As manifestações escolhidas – jongo, afoxé, ciranda, boi, pastoril, fandango, toré indígena, quadrilha, catira - abrangem música, dança e teatro. Foram utilizadas essas três modalidades e suas especificidades, como o teatro de bonecos e percussão corporal para a montagem do espetáculo. Os três participantes intercalam o fazer musical, a dança e a encenação de “Um pouquinho de Brasil, iaiá”. A maioria das canções escolhidas faz parte do domínio público brasileiro com adaptações do grupo, além de composições próprias. O público é convidado a participar da maioria das cenas, proporcionando momentos interativos e de criação e improvisação dos atores com a ajuda dos participantes. O espetáculo foi construído para instigar reflexões a respeito da história e cultura dos povos indígenas e da população negra do Brasil, que foi e ainda é discriminada e marginalizada. Através da apresentação de algumas práticas musicais afro-brasileiras e indígenas, assim como manifestações de dança e 

teatro, o público é envolvido nas histórias e culturas dessas populações. 

No final de cada espetáculo, o Grupo Baquetá proporciona um debate sobre as questões levantadas em Um pouquinho de Brasil, iaiá. É o momento em que a plateia pode fazer perguntas e reflexões sobre os temas apresentados.

Objetivos 

Conforme a Lei 10.639/03 o estudo da história e cultura afro-brasileira se torna obrigatório nas instituições de ensino. A Lei 11.645/08 feita posteriormente também insere a obrigatoriedade do estudo da história e cultura indígena. Estas leis preconizam a transmissão de conteúdos que façam menção à formação da população brasileira, que, obrigatoriamente, perpassa por esses dois grupos étnicos de grande importância. Além do mais, estes conteúdos devem ser trabalhados em todos os âmbitos educacionais, sobretudo nas dinâmicas artísticas, literárias e culturais. Dito isto, o objetivo do projeto é oferecer às instituições de ensino uma via para que se possa cumprir às determinações das Leis 10.639/03 e 11.645/08 bem como estabelecer um espaço de vivência artística-cultural aos alunos e ao público em geral.

Infra-estrutura e recursos 

O espetáculo pode ser encenado em escolas, ruas, praças, museus e teatros. O propósito de Baquetá é aumentar o contato direto com o público e estabelecer 

interação durante todo o enredo da peça. Para tanto, o público é organizado no formato “semi-arena”, em volta do cenário e dos atores. Podem estar sentados em 

cadeiras ou no chão. A faixa etária indicada para o espetáculo abrange crianças a partir de 7 anos, adolescentes, jovens, adultos e idosos. 

Para a realização do espetáculo é necessário: 

- espaço de 4m2 

- espaço para preparação dos atores (com banheiro e espelho) 

- lanche para os atores e produção: frutas, água. 

- estacionamento 

Ficha Técnica 

Direção: André Daniel 

Dramaturgia: KaNêga Santos

Produção: KaNêga Santos e Gui Araujo 

Fotografia: Miriane Figueira 

Elenco: Guilherme Araujo, Kamylla Paola, Marlon Prado Mendes 

Cenografia: KaNêga Santos

Figurinos: KaNêga Santos

Música: Grupo Baquetá 

Artes visuais: Maikon Silva

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